Vamos Falar de Samba


Vencedores do Rival-BR de Música

Eis os vencedores do Prêmio Rival-BR de Música:

-   Cantor: Zé Renato
-   Cantora:  Zélia Duncan
-   Disco: Maria Bethânia (Brasileirinho)
-   Grupo: Quarteto Maogani
-   Compositor: Luiz Carlos da Vila
-   Trabalho Instrumental:  Hermeto Paschoal (Mundo Verde Esperança)
-   Produtor Artistico: Paulão 7 Cordas
-   Atitude: Inesita Barroso
-   Tributo/Resistência/Resgate  :  Instituto  Jacob do Bandolim( Ao Jacob
   seus bandolins)
-   Revelaçao: Adyel Silva
-   Homenageado 2005: Hermínio Bello de Carvalho.
 
Para maiores detalhes sobre o citado prêmio, leia a mensagem anterior.
 
Abraços


Escrito por Sérgio Morais às 13h53
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O prêmio que merece um prêmio

 

O título acima diz respeito ao Prêmio Rival-BR de Música, que congratula as produções musicais brasileiras desvinculadas das multinacionais. Esse projeto, incentivado pelo Teatro Rival, visa incentivar os trabalhos  independentes, que na sua maioria não participam do repertório cotidiano da mídia nacional por estar à margem do elenco das grandes gravadoras. Como poderemos ver mais adiante, temos grandes nomes da nossa música concorrendo a essa tão digna premiação, reverenciadora dos que produzem arte musical sem priorizar os ganhos astronômicos da indústria cultural derivada da filosofia  mega-capitalista norte-americana.

O Prêmio Rival-BR de Música deste ano homenageia o grande sambista Monsueto, que em novembro completaria 80 anos. A premiação acontecerá amanhã (04/08/2004). Cada ganhador receberá R$ 3.000,00 mais um trófeu.

 

Indicados:

 

Cantor: Ed Motta; Marcos Sacramento e Zé Renato.

Cantora: Mônica Salmaso; Zélia Duncan e Luciana Souza.

CD: José Miguel Wisnik (Pérolas aos Poucos); Luiz Carlos da Vila (Benza,Deus) e Maria Bethânia (Brasileirinho).

Grupo Musical: Quarteto Maogani; Trio Calafrio e Banda de Pífanos de Caruaru.

Compositor: Zé Miguel Wisnik; Luiz Carlos da Vila e Paulo Cesar Pinheiro.

Trabalho Instrumental: Paulo Moura (Estação Leopoldina); Hermeto Paschoal (Mundo Verde Esperança) e Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho (Cada um Belisca um Pouco).

Instrumental Solo: Humberto Araujo (Choro Criolo); João Carlos Assis Brasil (Todos os pianos) e Armandinho (Retocando o choro).

 

Produtor Artístico: Maria Bethânia; Paulão 7 Cordas e João de Aquino.

 

Atitude: Guilherme de Brito; Inesita Barroso e Dona Edith do Prato.

 

Tributo/Resistência/Resgate: Miúcha Canta Vinícius & Vinícius; Noite Ilustrada canta Lupicínio Rodrigues e Ao Jacob, seus Bandolins.

 

Revelação: Mombojó; Adyel Silva e Wanderley Monteiro.

 

Homenageado em 2005: Hermínio Bello de Carvalho.

 

Um abraço à todos

 

Fonte:

http://www.rivalbr.com.br/premio2.htm



Escrito por Sérgio Morais às 13h25
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Quelé, o selo do samba!

 

 

O selo Quelé nasceu da união de duas das melhores gravadoras do Brasil: Biscoito Fino (www.biscoitofino.com.br) e Acari (www.acari.com.br). A proposta é voltada especialmente para o lançamento de composições preferencialmente inéditas no samba. Sendo o seu primeiro lançamento  o cd "Lamento do Samba" de Paulo César Pinheiro, com composições inéditas do autor. Quelé, nome que homenageia Clementina de Jesus, tem em seu elenco produções de grande valor musical, como: "Dois Bicudos" de Alfredo del peño e Pedro Paulo Malta, "Tem Samba no Mar" de Roque Ferreira – Compositor do Recôncavo – e o majestoso baterista Wilson das Neves. Sob responsabilidade de uma equipe integrada por Luciana Rabello, Olívia Hime, Kati Almeida Braga e Maurício Carrilho, geniais profissionais incentivadores da produção artística de qualidade, o selo já nos traz grandes frutos.



Escrito por Sérgio Morais às 11h14
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Dorina na Nacional

Que maravilha!!!!!

Com a reinauguração da Rádio Nacional, evento que já começou a nos presentear com programas de elevado nível musical, deu-se  o retorno do Dorina.Samba. Este trabalho realizado pela cantora Dorina, dedicado exclusivamente ao samba, já pode ser apreciado de segunda à quinta-feira, das 17:00 às 19:00 horas na Nacional AM 1130 do Rio de Janeiro. Grandes apreciadores dizem ser o Dorina.Samba, o melhor programa de samba existente nos meios de comunicação. Tenho certeza que sim. Porém aguardo ansiosamente a propagação do estilo que fez da Rádio Nacional um símbolo de qualidade jornalística e cultural para os meios públicos de telecomunicações em todo país. Já que não podemos esperar muito da industria cultural privada, nos resta torcer por iniciativas  como esta e esperar que um dia todos possam ter acesso a programas como o da Dorina.

Aos cariocas, deixo claro a minha inveja, aos órgãos públicos da cultura brasileira, minha esperança e a selvagem industria cultural, meu desprezo.

 

Abraços



Escrito por Sérgio Morais às 14h02
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Felicidades para Almir


Almir e Dorina

Fonte:odia.ig.com.br/ colunistas/estudio0722.htm

 

Percebe-se que não costumo postar aqui felicitações à aniversariantes, sambistas ou não. Porém hoje estava viajando na sonoridade do agradável "Sambas de Almir" da Dorina e sem esperar recebi um e-mail de um companheiro, também admirador de samba, lembrando do aniversário de Almir Guineto, o valoroso sambista criador do banjo com braço de cavaquinho, construção que deu ao samba um grande reforço harmônico. Parabéns para Almir Guineto. Que ele tenha muitos anos de criatividade e produção musical pela frente.



Escrito por Sérgio Morais às 11h19
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Acervo do IMS (Instituto Moreira Salles)

Finalmente o tão esperado acervo do IMS foi liberado para o público em seu sítio virtual (www.ims.com.br).
Apesar de ainda em fase de teste, o acervo liberado já dispõe de inúmeras fontes de informações sobre música, literatura, fotos e a Rádio IMS. Esta oportunidade nos foi concebida através de uma parceria do IMS com a IBM.
Para acessar basta efetuar um cadastro no sítio. Gratuito hein!
Vamos prestigiar. Afinal tais projetos são visivelmente escassos em nosso país.

Abraços



Escrito por Sérgio Morais às 18h38
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Seis décadas de arte, sessenta anos de Chico Buarque

No último sábado, 19,  deu-se o aniversário da maior personalidade  viva da música brasileira, artista imortal pela sua obra, Chico Buarque. Espero, como fã declarado de sua obra, que Chico viva e produza por mais 60 anos. Parabéns.

Destaco abaixo alguns comentários feitos por personalidades ao Jornal do Brasil. Caso desejem ler a publicação integral, o link é este: http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernob/2004/06/12/jorcab20040612023.html


FERNANDA MONTENEGRO

Atriz

 

Atuou em Suburbano coração, peça de Naum Alves de Souza, com músicas de Chico. “Ele tem olhos irresistíveis e bela dentadura branca. Às vezes a gente olha pra ele e ele, tímido, finge que não está nos vendo”. A atriz é fã do livro Benjamim. O que daria de presente? “Ficaria diante dele e diria: quero que você viva mais 60 anos. Mas o faria discretamente, para não perturbá-lo

 

ZÉLIA DUNCAN

Cantora, compositora

 

Ela conta que certa vez esbarrou com Chico desavisadamente, e lá estava ele comendo manga em fatias, no balcão de um bar. “Aceita?”, ele perguntou. Claro que sim. “Eu aceitaria até se fosse a coisa que eu mais odeio, que é cebola crua”. Ela acha que Chico é um homem muito bonito, especialmente o seu sorriso, que Zélia define como “quase dentucinho”. Gosta da fase de Feijoada completa e Pedaço de mim. Daria de presente uma simples manga, para retribuir a gentileza.

 

GUINGA

Violonista, cantor, compositor, dentista

 

O parceiro em Você, você elogia o estilo do violão de Chico: “É surpreendente”. Conta que ficou “perplexo” quando ouviu pela primeira vez, ao vivo, Chico e ele, a canção Morro Dois Irmãos: “Seus acordes têm uma geometria perfeita”. Daria de presente a Chico um couro novo e, brincalhão, diz que o parceiro agora já pode tomar vacina contra a gripe de graça. Aos 54, Guinga ainda paga.

 

HERMÍNIO BELLO DE CARVALHO

Compositor, poeta, produtor

 

A favorita: Retrato em branco e preto: “E posso confessar, sem pudor, que muitas canções me levam às lágrimas”. O parceiro em Chão de esmeraldas diz que quase não tem relação pessoal com o artista: “Certa vez ensaiamos lá em casa a comissão da Mangueira. Percebi que Chico cochilava no sofá. Eu gostaria de ter tido a honra de acomodá-lo em minha cama, a mesma em que Pixinguinha e Elizeth Cardoso um dia já dormiram. Mas fiquei sem jeito. Isso é a maior prova de nossa falta de intimidade”.

 

LOBÃO

Cantor, compositor

 

Não gosta da obra de Chico. Entre amigos, costuma imitá-lo em tom de deboche. Fala que MPB em geral é “aquela coisa de badabauêra/ badabauá”. Talvez por isso mesmo, por ser visto como crítico mordaz, esteja cansado de falar sobre o assunto. Ao telefone, foi ríspido com a reportagem do JB: “Eu não quero falar. Mas dê a ele os meus parabéns pelos 60 anos”. E desligou.

 

MARCELO YUKA

Baterista, compositor

 

“Sou fã, mas não acho que ele seja um gênio”, diz. Yuka observa ainda que Chico não atinge as camadas mais pobres da população. E daria, como presente, uma viagem ao Pontal do Paranapanema, no interior de São Paulo, local de duras disputas pela posse de terra e de ação intensa do MST. O objetivo seria despertar Chico para os grandes problemas nacionais. O ex-Rappa não deve conhecer Assentamento e Levantados do chão. “Nossos ícones dos anos 70 hoje parecem cansados”, diz Yuka, e cita Marcelo Camelo como o compositor da atualidade mais influenciado por Chico

 



Escrito por Sérgio Morais às 13h40
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O Retorno do Grande Projeto Pixinguinha

 

O Projeto Pixinguinha, uma das extraordinárias idéias do célebre Hermínio Bello de Carvalho, implementado em 1977 com o apóio da FUNARTE, nos trouxe a oportunidade de testemunhar apresentações de grandes nomes da música brasileira, pagando por isso um valor compatível com a nossa realidade.

Lembro-me de ter apreciado apresentações de figuras como: Baden Powell , Roberto Menescal, Vanda Sá, João Nogueira e Ivone Lara , sendo os dois últimos na última versão do projeto em 1997.

O retorno do intento, agora apoiado pela Petrobrás, será oficializado no dia 09/06/2004, amanhã, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luis Inácio Lula da Silva, o ministro da cultura, Gilberto Gil, o presidente da FUNARTE, Antonio Grassi, e da Petrobrás, José Eduardo Dutra, além de personalidades da música: Billy Blanco, Dona Ivone Lara, Jards Macalé, Ná Ozzetti, Zé Renato, Canhoto da Paraíba e os grupos Época de Ouro e Nó em Pingo d’Água.

As apresentações percorrerão todas as capitais, totalizando 93 shows, formados por dois nomes consagrados e um artista selecionado entre os indicados pelas secretarias de Cultura.

A estréia está prevista para setembro.

Será fundamental para o sucesso do Pixinguinha, a manutenção dos ingressos nos padrões de valor das versões passadas. Sendo, ao meu ver, um projeto de cunho sócio-cultural, deverá prover facilidades à maioria.

 

Abraços

 

Fonte:

 

Boletim da Agência Carta Maior de 07.06.2004

Rádio Funarte: http://www.funarte.gov.br/radio/radio.htm

Dicionário Cravo Albin de Música Brasileira: http://www.dicionariompb.com.br/



Escrito por Sérgio Morais às 09h05
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Mensagem de Fernando Toledo para Tribuna S&C

Reproduzo na integra uma mensagem de Fernado Toledo enviada para a Tribuna do Samba e Choro esta semana.
Espero que aproveitem a leitura.

Abraços 

Prezados,
A Revista Música Brasileira desta semana traz;
- Matéria especial sobre Teresa Cristina, por Fernando Toledo
- Memória: Nara leão, por Luís Pimentel
- Um painel de nossa música instrumental brasileira, por Luís Pimentel
Leia em
www.revistamusicabrasileira.com.br

Um abraço e boa leitura,



Escrito por Sérgio Morais às 17h07
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A Origem do Samba escrita por Francisco Guimarães (Vagalume)


Capa do Livro "Na Roda do Samba" de Francisco Guimarães

Fonte: Sítio do Instituto Moreira Salles

 

No livro "Na Roda do Samba", escrito em 1933, Francisco Guimarães expôs uma lenda, já muito antiga na época, que atribuí à palavra Samba o significado de pagar e receber (sam = pagar, ba = receber) na língua africana e à origem do ritmo uma intriga entre pai e filho causada por traição, levada por roubo de dinheiro. No desenrolar da pendenga, acontecida na Bahia, o filho de um velho escravo africano recebe do pai moribundo a revelação do local onde foi escondido uma quantia suficiente para a compra da liberdade de toda a família. O famigerado primogênito não teve dúvidas. Despojou-se das suadas economias do velho africano e fugiu para o Pará. Porém o larápio não contava com a revigorarão da  saúde do pai, que ao confirmar a traição desconjurou  o seu rebento.

Passado alguns anos, estando os dois protagonistas frente a frente, é chegada à hora do acerto de contas e do pedido de perdão, mediante o pagamento da quantia surrupiada. Os espectadores do encontro, então começaram a bater no pé e repetir as duas palavras africanas em alta voz:

- SAM! (Pague!)

-BA! (Receba!).

A estória despertou em mim grande interesse, pela forma fabulosa como foi escrita. Infelizmente não tenho como reproduzi-la integralmente.

Os que se interessaram, podem ver o livro no sítio do Instituto Moreira Salles (www.ims.com.br).

 

Fonte:

Livro: Na Roda do Samba

Link: http://www.ims.com.br/media/na%20roda%20do%20samba.pdf



Escrito por Sérgio Morais às 12h16
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A boa música no Rock in Rio-Lisboa

Estão mencionando por aí uma certa fusão de estilos musicais de diferentes países chamada de World Music. Tal união terá oportunidade de ser apresentada com vigor no Rock in Rio-Lisboa, na tenda Raízes.

Na verdade estou tratando desse assunto para divulgar a participação de quatro grandes atrações que representarão a música brasileira na citada tenda. Joyce, Trio Curupira & Hamilton de Holanda e Trio Madeira Brasil. Esta tenda alternativa arrebentará hein !!!



Escrito por Sérgio Morais às 10h23
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Está saindo o "Partido ao Cubo"

Hoje durante minhas caminhadas virtuais pela Internet tomei conhecimento, através do blog do Nei Lopes, que o CD "Partido ao Cubo" do próprio (o Nei Lopes) está com a gravação das bases pronta, apenas esperando vozes e complementos. Logo, logo teremos o prazer de ouvi-lo.

Integram o time de feras, os músicos: Leandro Braga no piano, Bororó no baixo acústico, Jurim Moreira na bateria, Alceu Maia no cavaquinho e Zero nas percussões.

Esse vai nos encantar, tenho certeza!!

Link para o blog: http://neilopes.blogger.com.br/



Escrito por Sérgio Morais às 16h38
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Eu me Transformo em Outras


Capa do CD de Zélia Duncan

Temos mais uma ótima representante da música brasileira enveredando-se nas graças do samba. Refiro-me a cantora e compositora Zélia Duncan e ao seu mais novo  lançamento "Eu me Transformo em Outras". Em matéria do Jornal de Brasília, assinada por Guilherme Lobão, a cantora diz: "Já vem de longe essa vontade de gravar samba e chorinho". E ressalta: "Não queria usar os tradicionais cavaquinho e clarinete. Pensei no bandolim e na gaita. Além disso queria um sangue mais jovem". Dando andamento ao projeto, Zélia, à convite do violonista Marco Pereira, foi assistir ao show do bandolinista Hamilton de Holanda, considerado um dos melhores da atualidade. E para consolidar o time, Hamilton apresentou à Zélia o gaitista Gabriel Grossi.

No repertório escolhido encontramos algumas obras raras do samba e choro. São elas: o chorinho (Doce de Côco, de Jacob do Bandolim), o samba-canção (Linda Flor, de Luiz Peixoto), o partido alto (Nega Manhosa, de Herivelto Martins), um samba de Cartola (Disfarça e Chora), Tom Jobim e Vinícius de Moraes (Janelas Abertas), Dorival Caymmi (Sábado em Copacabana), complementando com Itamar Assumpção (Quem Canta Seus Males Espanta), Tom Zé (Tô) e Luiz Tatit (Capitu) entre outras.

Ainda não ouvi o dito cujo, contudo vale apreciá-lo com o acompanhamento de uma cerva bem gelada para lubrificar as sensações auditivas, fazendo assim a música ecoar mais facilmente no nosso interior (pretexto para tomar umas!!!!!!).

Fonte:

Matéria do Jornal de Brasília em 10/05/2004, assinada por Guilherme Lobão
Link: http://www.jornaldebrasilia.com.br/WebComponents/conteudo.php?Ac=Sup&IdEdicao=422&IdSuplemento=9&IdDetNoticia=1



Escrito por Sérgio Morais às 10h15
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Zicartola o bar que marcou o samba


D. Zica e Cartola
Extraída do Sítio da Mangueira
http://www.mangueira.com.br/

 

No início dos anos 60, Cartola se tornou zelador da Associação das Escolas de Samba, localizada num velho casarão no centro do Rio de Janeiro. Zica, exímia cozinheira, passou a servir um sopão e vários músicos começaram a fazer rodas de samba no lugar. Esta mistura de boa música e comida deliciosa, fez surgir o Zicartola, em 1963. O bar recebia a colaboração de ilustres figuras da música, como: Elton Medeiros, Hermínio Bello de Carvalho, Sérgio Cabral. Além da participação de grandes músicos em suas rodas de samba. Foi lá que Paulinho da Viola recebeu o seu primeiro cachê, vindo das mão de Cartola. O Zicartola uniu em sua breve existência grandes nomes da vida artística e cultural do país, que lá encontravam-se e tornavam o lugar um dos maiores pontos produtores de música, arte e idéias da época. Um outro ponto de suma importância foi a possibilidade de integração entre a intelectualidade, representada por nomes como: Vinícius de Moraes,  Jorge Amado, entre outros, com a cultura trazida do morro por Nelson Cavaquinho, Zé Kéti, Elton Medeiros ...

O local fechou as portas dois anos após a sua inauguração, sendo adquirido por Jackson do Pandeiro a um preço bem abaixo do normal, contudo deixou sua marca na cultura brasileira.

 

Fontes:

 

Sitio CliqueMusic

http://www.cliquemusic.com.br/br/Acontecendo/Acontecendo.asp?Nu_materia=1201

Nana Vaz de Castro

30/11/2000

 

Sitio da Mangueira

http://www.mangueira.com.br/m_m_personalidades_0001.htm

 



Escrito por Sérgio Morais às 14h56
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Faleceu Paulinho Soares

Morreu ontem as 8:00 horas Paulinho Soares.
É triste a perda desse grande sambista, compositor de obras como "Antes ele do que eu" .

"....morreu, o
nosso amor morreu, mas ca pra nós, antes ele do que eu..."

 



Escrito por Sérgio Morais às 14h22
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